QUEM SOMOS

RUFFER RECORDS é um selo musical independente fundado em outubro de 2025, com sede em São Pedro da Aldeia, RJ. Nascemos da união entre composição autoral, sensibilidade artística e inteligência artificial generativa, um novo modelo de produção musical que torna possível criar com qualidade profissional sem as barreiras tradicionais da indústria.

Hoje contamos com mais de 5 artistas virtuais desenvolvidos com IA, cada um com identidade vocal, estética e repertório próprios. Nosso catálogo já reúne mais de 100 composições autorais inéditas, abrangendo gêneros como MPB, pop, romântico e outros.

Oferecemos também serviços de composição sob demanda: jingles, trilhas, homenagens, músicas temáticas para eventos, campanhas e produtos. Tudo criado a partir de uma ideia ou texto do cliente, com entrega em áudio profissional.

NOSSA VISÃO

Ser reconhecida como referência em composição musical autoral independente no Brasil. Nossa visão é um mundo onde cada história, marca ou sentimento pode se tornar uma canção de verdade, com alma, melodia e letra originais. Acreditamos que a composição é a essência da música, e que a inteligência artificial, quando guiada por sensibilidade humana genuína, é a ferramenta que torna esse sonho acessível a todos.

NOSSA MISSÃO

Transformar ideias em música. Produzir composições autorais com alma, identidade e acabamento profissional, unindo a sensibilidade humana do compositor à potência criativa da inteligência artificial, a serviço de artistas, marcas e pessoas que querem ver suas histórias virarem canção.

NOSSA HISTÓRIA

Fala aí, galera!

Vou tentar fazer aqui um breve resumo de como surgiu a RUFFER RECORDS.

Pra começar, vou me apresentar: meu nome é Rui Fernando. Aliás, só quem me chamava assim era minha mãe, já falecida. Um verdadeiro espetáculo de pessoa. Até hoje não conheci alguém como ela. E não digo isso apenas por ser minha mãe. Ela era realmente maravilhosa, e tenho plena certeza de que hoje está ao lado de Deus.

Hoje estou com 66 anos e descobri, aos 14, que eu era um veículo de Deus para fazer música. Digo "veículo" porque nunca toquei instrumento algum, nunca fiz aula de música ou estudei técnicas musicais. Mesmo assim, as composições simplesmente vêm prontas pra mim: letra e melodia ao mesmo tempo.

Naquela época não existiam computadores, celulares ou gravadores portáteis. Então, quando a inspiração chegava na rua, eu saía correndo pra casa para escrever e gravar tudo naqueles aparelhos "três em um" que tinham fita cassete. As letras iam parar em cadernos espalhados pela casa. Era uma verdadeira loucura.

Como eu não tocava instrumentos, precisava procurar alguém para gravar voz e violão, e isso era caro demais para mim. Além disso, eu tinha certo complexo de inferioridade ao ouvir artistas da minha época como Djavan, Caetano Veloso, Chico Buarque, Renato Russo, Cazuza e tantos outros. Hoje entendo que cada artista possui sua própria forma de tocar o coração das pessoas.

Sem dinheiro para investir, acabei deixando de correr atrás do sonho de ouvir minhas músicas com grandes arranjos. Nunca parei de compor, mas diminuí bastante. Com o tempo, muitas fitas se perderam, cadernos desapareceram, e boa parte ficou apenas na memória.

Algumas músicas chegaram a ser gravadas por artistas locais da região de Resende/RJ, cidade onde vivi por muitos anos. Hoje moro em São Pedro da Aldeia.

A inspiração funciona de uma forma muito curiosa comigo. No começo, eu não tinha controle nenhum: ela vinha a qualquer momento, e se eu não anotasse imediatamente, perdia tudo. Depois comprei um mini gravador, e isso ajudou bastante.

Com o tempo, aprendi a "domar" a inspiração. Quando ela aparecia em momentos impossíveis, eu mentalmente dizia: "Calma, agora não dá". E, curiosamente, quando chegava em casa, ela voltava exatamente como antes. Isso acontece até hoje.

Também consigo criar músicas a partir de ideias ou textos. Posso transformar histórias, homenagens, jingles políticos, campanhas, produtos ou qualquer tema em música. Mas tudo acabava ficando apenas no esboço, porque produzir arranjos era muito caro.

Foi então que conheci a Inteligência Artificial. E foi aí que tudo começou a mudar.

Passei por várias IAs até chegar num ponto em que percebi: sim, eu poderia finalmente ouvir minhas músicas com bons arranjos, grandes interpretações e qualidade profissional.

Embora eu não seja músico, tenho um ouvido muito apurado e um gosto musical bastante refinado. Isso me ajuda a construir arranjos interessantes, além de aprender cada vez mais sobre música e produção.

Hoje o processo funciona assim: a inspiração chega, eu gravo letra e melodia, às vezes usando loops de bateria da internet, outras vezes batendo ritmo com as próprias mãos para que a IA compreenda o tempo e o compasso.

Depois envio esse material para a IA geradora de música, escolho a voz do artista, defino gênero musical, instrumentos, BPM, clima emocional e tudo que desejo no arranjo. Crio várias versões até chegar exatamente ao que imaginei.

É um trabalho demorado, mas extremamente gratificante.

Antes da IA, meu filho mais novo, Luigi, que toca violão e se apresenta nas noites de Resende, me ajudava bastante gravando bases. Mas com faculdade, trabalho e a distância, ficou mais complicado. Felizmente, a tecnologia abriu novos caminhos.

Quem também vem me ajudando muito é meu filho mais velho, Juan, e minha nora Hannah. Eles entendem bastante de redes sociais e estão me dando uma força enorme. Inclusive, o layout deste site foi ideia deles.

Tenho formação em TI e trabalhei muitos anos nessa área, mas hoje sigo em outro setor do serviço público. Ainda assim, com as ideias deles e o auxílio da IA, consegui criar este site para tentar divulgar meu trabalho.

Espero sinceramente que vocês gostem das músicas, do site e do universo da RUFFER RECORDS.

E caso tenham interesse em contratar meu trabalho, basta acessar a aba "Contato".

Ah… antes que eu me esqueça: RUFFER nasceu da união de: RU de Rui, F de Fernando e FER de Ferreira.

E assim nasceu a RUFFER RECORDS.

Abraços!

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